O trem começou a se deslocar, e Harry acompanhou-o, olhando o rosto magro do filho já iluminado de excitação. Continuou a sorrir e acenar, embora tivesse a ligeira sensação de ter sido roubado ao vê-lo se distanciando dele...
O último vestígio de vapor se dispersou no ar de outono. O trem fez a curva, a mão erguida de Harry ainda acenava adeus.
- Ele ficará bem - murmurou Gina.
Ao olhá-la, Harry baixou a mão distraidamente e tocou a ciatriz em forma de raio em sua testa.
- Sei que sim.
A cicatriz não incomodara Harry nos últimos dezenove anos. Tudo estava bem.